XVI. A CLONAGEM

Clonagem é a técnica em cultura de tecidos pela qual todas as células obtidas provêm de uma só delas, podendo todas se reproduzirem sob a forma de células idênticas: clones ("clone", do grego = broto).

Tais organismos são produzidos por um único indivíduo, através de multiplicação vegetativa ou assexuada. Um exemplo de clone é uma colônia de bactérias, pois uma única bactéria, dividindo-se, produz milhões de descendentes.

Quando fincamos um ramo de alguma planta no jardim para fazer nova muda, estamos fazendo clonagem. Clonar é fazer cópias. O caso dos gêmeos monozigóticos, é considerado um fenômeno de clonagem natural. Daí se conclui que: se a natureza faz uso da clonagem, trata-se de um fenômeno natural. Se é natural, é de ordem divina.

Esta técnica é do domínio científico há muitos anos (desde 1952), sendo utilizada apenas em animais - sapos, ratos de laboratório, coelhos, ovelhas e vacas - e plantas de interesse econômico. Isso até outubro de 1993...

A Reprodução de seres vivos

A reprodução de seres vivos pode ser assexuada e sexuada.

Assexuada (plantas e animais inferiores): É multiplicação simples das células com a manutenção da quantidade de cromossomos daquela espécie, que se reproduzem sucessivamente: 1 ==> 2 ==> 4 ==> 8 ==> l6 etc... até formarem um novo ser.

Sexuada: No caso de seres humanos e maioria dos animais e vegetais superiores, trata-se da união de um espermatozóide com um óvulo, resultando daí um ovo. Especificamente nos humanos, é um gameta masculino, com 23 cromossomos, com um gameta feminino, também com 23 cromossomos, do que resulta uma célula-ovo com 46 cromossomos.

Como ocorre a clonagem?

"Engana-se o óvulo"; retira-se do óvulo o núcleo (n) e coloca-se aí um núcleo de uma célula "2n". Assim, transformou-se o núcleo de uma célula "n" normal em um embrião (2n).



Clonagem é a técnica em cultura de tecidos pela qual todas as células obtidas provêm de uma só delas, podendo todas se reproduzirem sob a forma de células idênticas: clones ("clone", do grego = broto).

Tais organismos são produzidos por um único indivíduo, através de multiplicação vegetativa ou assexuada. Um exemplo de clone é uma colônia de bactérias, pois uma única bactéria, dividindo-se, produz milhões de descendentes.

Quando fincamos um ramo de alguma planta no jardim para fazer nova muda, estamos fazendo clonagem. Clonar é fazer cópias. O caso dos gêmeos monozigóticos, é considerado um fenômeno de clonagem natural. Daí se conclui que: se a natureza faz uso da clonagem, trata-se de um fenômeno natural. Se é natural, é de ordem divina.

Esta técnica é do domínio científico há muitos anos (desde 1952), sendo utilizada apenas em animais - sapos, ratos de laboratório, coelhos, ovelhas e vacas - e plantas de interesse econômico. Isso até outubro de 1993...

E o que é um embrião?

É um óvulo que recebeu o núcleo de uma célula a ser "xerocada". Implantada no útero, ela se multiplica e vai dar origem ao feto.

Pesquisadores do Instituto Roslin e da empresa PPL, ambos escoceses, desenvolveram, em 1997, um clone de uma ovelha adulta, a partir da cultura de células extraídas de glândula mamária do animal, como se vê no esquema a seguir:



Hoje, para se ter filhos, é preciso que, por processos naturais (união sexual) ou laboratoriais (reprodução assistida), o gameta feminino (óvulo) seja fecundado pelo gameta masculino (espermatozóide) e que o produto formado (embrião) se desenvolva dentro de útero materno até completar o seu desenvolvimento. Daí nasce uma criança que possui características genéticas do pai e da mãe.

O que se espera, em alguns anos, é que possa haver o nascimento de uma criança, usando-se o processo de clonagem, a partir de células da mulher ou do homem, sem ter havido a união sexual. Isto será possível retirando-se uma só célula do corpo (da mulher ou do homem) e em laboratório, com técnicas especializadas, essa célula se torne uma célula indiferenciada ou embrionária.

Esta será colocada no útero de uma mulher e se desenvolverá como numa gravidez normal. Se a célula era de uma mulher, teremos uma menina igual à mãe. Se era de um homem, teremos um menino igual ao pai (o dono da célula doada).

Quais as vantagens da clonagem?



São várias: por exemplo, na indústria farmacêutica, na produção de globulina anti-hemofílica. Neste caso, o gen de globulina é isolado e implantado em um animal (que se transforma num transgênico). Pela clonagem, a partir de uma célula desse animal transgênico, obtêm-se vários iguais, com produção da globulina em grande quantidade.

Na cura da leucemia: De uma célula, do paciente, tira-se o núcleo para implantá-lo num óvulo. Este vira embrião, que poderá ser implantado na medula do paciente.

A cura viria com células sadias, geradas por um clone da medula que tomam o lugar das doentes.

Rim produzido a partir de células tronco de rato vira tecido.

Pesquisa sueca sugere que as células-tronco encontradas no cérebro de camundongos podem se converter em células musculares do coração ou de outros tecidos.

Descobertas mostram a existência de células-tronco no cordão umbilical, na medula dos ossos longos e, mais recentemente, elas foram encontradas em cérebros de cadáveres.

Aparelho Reprodutor Feminino

Nos ovários são amadurecidos os óvulos que são captados pelas franjas das trompas. A fecundação ocorre no terço médio da trompa. O ovo aí formado se divide e a implantação no útero já é de um embrião.



Fecundação ou fertilização:

É a fusão do óvulo com o espermatozóide para a formação do ovo ou zigoto. Os gametas são haplóides (n) e o ovo é diplóide (2n).



Desenvolvimento do ovo até indivíduo: ovo Ò embrião (várias células iguais) Ò diferenciação celular Ò tecidos Ò órgãos Òsistemas Ò organismo.

As células não diferenciadas (embrião) são as chamadas células-tronco. Elas são totipotentes, isto é, poderão se diferenciar em qualquer tecido.



Visão Doutrinária: O Progresso Humano

"Quase todo progresso humano decorre da descoberta de como age a Natureza em suas várias manifestações, sendo a Vida, em particular, a mais sábia, sublime e profunda de todas elas".

"Por isso, ocorre-nos afirmar que o homem progride na razão direta em que observa e conhece as leis da Natureza, desenvolvendo e aperfeiçoando o meio de aplicá-las, a benefício próprio ou de outrem".

"O Universo é regulado por leis divinas de inimaginável sabedoria, imutáveis, algumas poucas das quais o homem consegue precariamente imitar. Os notáveis pesquisadores, a maioria deles cientistas, têm um conceito de Deus muito mais intenso do que não poucos crentes. É que, a cada pesquisa, a cada passo de progresso, essas pessoas se deslumbram diante da harmonia e equilíbrio que observam nos processos da vida".

"Os espíritas acompanham também esse progresso, cada vez mais amando e admirando a obra de Deus, pois, como asseverou Kardec, em "A Gênese", Cap. IV, pág. 44: "Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ele a aceitará".

"Aliás, devemos destacar que ninguém mais do que o próprio Kardec, ele mesmo um cientista nato, pesquisador emérito das coisas do Espírito, consignou ainda em "A Gênese", Cap. III, pág. 71: "Tendo o homem que progredir, os males a que se acha exposto são um estimulante para o exercício da sua inteligência, de todas as suas faculdades físicas e morais, incitando-o a procurar os meios de evitá-los".

Conclusão

Quando um experimento científico tem bom êxito nos laboratórios dos cientistas terrenos é porque foi aprovado pela Espiritualidade Superior. Se os dirigentes espirituais avaliam que ainda não temos suficiente evolução para fazer bom uso de um conhecimento, os experimentos terrestres não têm sucesso. (clonagem, inseminação artificial, transgênicos etc).

"Isto posto, pensamos que o Espiritismo deve aceitar a revelações da engenharia genética, conquanto incipientes, desde que tenham por objetivo a melhoria da saúde humana. Há que se admitir e louvar seu caráter pesquisador e sincero, quando dirigido essencialmente para o bem da humanidade". (GENÉTICA E ESPIRITISMO, de Eurípedes Kühl).

Vamos fazer uma reflexão com o Apóstolo Paulo, em sua 1a Epístola aos Corínteos (10:23): "Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam". E, segundo Jesus, em Matheus 16:26: "Que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder sua alma?".

A Atração do Espírito para a Reencarnação

Na clonagem, a molécula de DNA atrai o Espírito à reencarnação.

Segundo o médico Dr. Sergio Felipe de Oliveira, da USP, diretor do Curso de Pós-Graduação de Psicobiofísica, membro da AME/SP, Clone é um conjunto de células de mesma carga genética.

Na verdade, os clones já existem de forma natural. Por exemplo: os gêmeos univitelinos são uma clonagem da natureza. Neste caso, uma célula-ovo vai dar origem a dois seres, geneticamente idênticos, mas com impressões digitais diferentes. São idênticos do ponto de vista genotípico, porque têm a mesma carga genética, mas não são iguais quanto à fenotipia. Essa diferença vai ainda ser mais acentuada pelo fato de que dois Espíritos vão estar ocupando cada um dos conjuntos de células que vai dar origem a um novo ser.

Na clonagem, é importante ressaltar que há semelhança de corpos, mas os seres não são idênticos, uma vez que receberão influências estereoespaciais diferentes. E experiências diferentes é o mesmo que seres diferentes. O clone pode ser entendido, assim, enquanto genética, mas não enquanto ser.

Se se fizer um estudo comportamental na ovelha Dolly e na ovelha fornecedora da célula mamária que a originou, vamos ver que são seres diferentes. Elas vão ter semelhanças comportamentais? Vão, porque existem determinados tipos, padrões de comportamento que são genéticos.

Por exemplo: o papagaio imita o som; já nasce com esse tipo de comportamento, mas vamos ter o papagaio mais arisco e o mais afetuoso, o que aprende mais fácil e o que tem mais dificuldade. Existem, assim, nuances diferentes dentro da mesma espécie.

No caso da ovelha Dolly, elas vão ter semelhanças mais do que se tem entre duas ovelhas, mas não mais do que se tem nos gêmeos univitelinos.

Quanto menos células, mais dificuldade de se achar diferenças, mas no caso de ovelhas e macacos, já fica mais fácil: as diferenças são mais perceptíveis, porque são seres mais complexos e mais completos. Já são trilhões de células, de modo que as diferenças se acentuam.

Quais são as condições criadas artificialmente, em laboratório, que permitem ao Espírito ou ao princípio inteligente reencarnar, como no caso da ovelha Dolly?

Os cientistas utilizaram uma célula mamária de uma ovelha e fizeram essa célula regredir à forma blástica. Nessa condição, a célula tem características muito próximas da fase embrionária e assume a sua capacidade de totipotência, isto significa que tem grande capacidade de reprodução, de se multiplicar e, também, de diferenciação em muitos tipos celulares.

Qualquer espécie de tratamento que se faça, químico ou por indução de outras células ou núcleos, para levá-la à forma blástica, já se está repetindo a instância embrionária e propiciando as condições para a reencarnação. No caso da Dolly, a técnica empregada utilizou duas células, mas creio que vai ser possível realizá-la com uma só, dependendo do ponto de regressão a que se chegue. O que vai atrair o Espírito ou princípio inteligente, do ponto de vista físico, é a molécula de DNA (Ácido desoxirribonucléico). Por isso, usa-se o núcleo da célula e o material genético. Na forma blástica, o DNA vai ter um determinado padrão de abertura de suas alças de tal sorte que permite o funcionamento das áreas genéticas da ontogênese.

Que áreas genéticas são estas?

Vamos dar um exemplo delas: os homeoboxes, genes responsáveis pela formação do esqueleto axial do embrião. São eles que vão permitir a clivagem das células, encaminhando algumas delas para a direita, outras para a esquerda, para cima, para baixo, porque é a direção que essas células tomam no embrião que vai determinar o conjunto de órgãos que vão formar.

Desse modo, os genes da ontogênese só funcionam enquanto o corpo está sendo formado. Depois disso, eles se fecham, não mais exercendo essa função, e outros vão se abrir. O gene é regulado por um relógio que vai dizer a que horas cada alça vai estar funcionando. Por esta razão, quando se consegue reduzir para a forma blástica, abrem-se as alças da ontogênese e daí pode sair um embrião.

Qual é o mecanismo mais íntimo dessa atração Espírito-DNA no processo reencarnatório?

O gene tem uma estrutura única, muito interessante. Nele há um campo de forças que une os átomos entre si: são as forças eletromagnéticas. Como decorrência disso, as forças de Vandervaus, as iônicas, as covalentes, as pontes hidrogeniônicas, são todas padrões de força para unir um átomo a outro para que seja possível construir a molécula de DNA. Mas o comando dessas forças vem do interior do átomo, da estrutura intra-atômica.

Na estrutura de vácuo de cada átomo, onde obviamente não existe matéria, encontramos o perispírito. Este tipo de estrutura é detectado na forma do que os físicos chamam de energia flutuante quântica do vácuo. É o perispírito que está ali. Então, numa estrutura interna, o perispírito vai estar agindo sobre o DNA, induzindo-o a se abrir ou a se fechar, conforme as ordens do comando vindas do Espírito.

Para a agregação de matéria, há a atuação de uma força gravitacional. Então, tem-se uma atração de massas para o corpo que vai sendo formado por células que vão se aglomerando. No processo de proliferação celular, dentro do útero, vai ocorrer um processo de materialização. Há uma agregação de matéria, como na origem do universo, onde está presente também a força gravitacional. São campos de grávitons que estão ligados à estrutura de gravidade do planeta. É por esta razão que o perispírito possui as características próprias da esfera do planeta no qual está sediado. Se vai para outro mundo, muda o perispírito, porque o campo de grávitons é outro. A interação dessas forças intramoleculares vai permitir a indução do processo de proliferação celular.

Do ponto de vista físico-químico, o DNA não difere de qualquer molécula do organismo, mas no aspecto estrutural, diferencia-se por funcionar como uma lente atratora-redutora. Assim, a molécula do DNA atrai as energias perispirituais não mensuráveis e materializa-as, permitindo a transdução dessa matéria quintessenciada para a matéria biológica. No caso do laboratório, para fazer um campo atrator para o Espírito reencarnar, é preciso uma molécula com a formação lenticular como a do DNA, sob as condições da fase embrionária ou de totipotência.

Quer dizer que o conjunto dessas forças leva à materialização do corpo, ao renascimento? - Sim. Há uma malha eletromagnética extra-atômica, ligada por uma espécie de túnel com a malha de forças intra-atômicas, representada pela força nuclear fraca, a qual, por sua vez, tem ligação com a energia flutuante quântica do vácuo. Nesse vácuo atômico, tem-se todo um campo de grávitons, que vai fazer com que haja a agregação de matéria.

Na verdade, esse campo de grávitons é que vai dar a característica lenticular para a molécula, permitindo o processo de materialização. Se observar bem, o útero materno é uma sala de materialização. É aí, nessa câmara escura, que se dá a transdução de matéria "invisível" para matéria tangível, biológica.

A abertura dos genes da ontogênese dá à célula altíssima capacidade de multiplicação, com grande velocidade. No câncer, isso ocorre de forma anômala, porque as células perdem o comando equilibrado.